top of page

Pais indo para a cadeia ou sendo condenados a pesadas multas por atos de seus filhos adolescentes

Hoje em dia acontece cada coisa que fica difícil saber para que lado se deve seguir “o baile”, pois as vezes, muitos pais lançam mãos de correção para tentar frear as atitudes de filhas (os), mas daí vem a Polícia, o Conselho Tutelar ou outras autoridades quaisquer, e as vezes invadem a propriedade, prendem, agridem, claro, devido aos pais terem ultrapassado na correção, ou por ter sido denunciado por filhos (as), que nem gostam de estudarem e muito menos trabalharem, mas daí vem os agentes do estado, prendem, agridem, conduzem para a delegacia e a palavra de um adolescente é muita das vezes mais valorada do que dos genitores, pior ainda, as vezes na ação de dominar o genitor (a) revoltado (a), pois teve a sua propriedade e casa invadida, acabam até matando, ou seja, foram combater a violência e fazem pior.



Por outro lado, muitos ainda aplaudem o assassinato de um pai cometido por forças do estado, o qual estava corrigindo o seu filho (a) de maneira agressiva e violenta, deixando marcas de cinta ou varadas nas pernas, ou nas costas da criança ou do adolescentes, situação que nem educa, mas gera adolescentes vingativos que cedo ou tarde se voltam contra os pais, mas por outro lado, nem poderia ser justificativas para atitudes de invasão a propriedade, invasão na casa de uma família, e ate o assassinato de um pai por forças do estado, agentes a serviço do estado, os quais deveriam ou devem evitar a violência e proteger a população.


Claro, a violência nem corrige e nem educa ninguém, mas os mesmos que criticam os pais que extrapolam na correção dos seus filhos (as), são os mesmos que aplaudem as vezes as violências cometidas por agentes do estado, e até aplaudem as mortes cometidas por forças do estado, mas esquecem que se os pais de fato tivessem as vezes usando de maneira mais rígidas na educação, tivessem recebidos orientações e apoio do estado, os seus filhos (as) nem seriam depois drogados, ladrões, vagabundos, nem seria espancados nas prisões e cadeias no Brasil afora e muito menos mortos por forças do estado.



O interessante que agora nessa onda de crianças e adolescentes, agindo de maneira irresponsáveis, os pais estão começando a ir parar na cadeia ou pagarem indenizações caras por nem cuidarem dos seus filhos, e realmente merecem isso.



Mas por outro lado, se esses mesmos pais tomarem os celulares de seus filhos (as), colocarem limites no uso de computadores, "obrigarem" os filhos (as) a ajudarem em casa, cobrarem que no horário vago depois da escola, depois das tarefas escolares, a realizarem algum trabalho, ajudando na casa ou na empresa, poderão cedo ou tarde ser acusados de "trabalho infantil", de exploração de menores, de "cárcere privado" por nem deixarem algum adolescente sair e voltar a hora que quiser, se um pai trancar a porta para nem deixar entrar quando voltam tarde e por o mesmo (a) nem se adequar ao horário da casa, poderão ser preso por abandono ou outra justificativa, enfim, tempos estranho em que o estado quer entrar dentro das casas e limitar o poder dos pais, mas nas ruas o estado é violento e assassino, pois todos, um dia foram crianças e adolescentes que “por algum motivo” os pais nem limitaram e ensinaram os seus filhos (as) o quanto precisam estudarem e trabalharem para nem serem, agredidos, presos e mortos por forças do estado.


Portanto, a violência, o medo, as agressões nem educa ninguém, pelo contrário, cria filhos (as) vingativos (as) que cedo ou tarde inventarão algum fato para atacarem seus pais, fisicamente agredido e ate matando, ou atacando moralmente, isso é evidente em muitos casos, por isso é cobrado limites dos pais nas correções dos seus filhos (as).


Mas esse mesmo estado que através dos seus agentes diz que as violências e agressões nem é a melhor saída na educação, na outra ponta, perpetua e faz vista grossa para as violências cometida por agentes a serviço do estado todos os dias, contra os filhos (as) de alguém que um dia provavelmente nem colocaram limites nas ações do seus filhos (as) por medo da punição do estado, pais que nem foram orientados, auxiliados e apoiados na criação de filhos (as) problemáticos (as), pais que acabaram ou acabarão tendo os seus filhos (as) arrancados pelos crimes, pelas prisões, pelas violências, pelas drogas, pela morte prematura por forças do estado, ou mesmo pelo crime organizado, portanto, a conta nem fecha.


Por: Maurilio Trindade Aun

Com licenciatura plena em matemática e acadêmico em direito na Unemat


Guia Digital da Cidade_edited.jpg
Mandala%20do%20L%C3%ADrio_edited.jpg
bottom of page