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Artigo: A religião da alegria

Estar com Cristo em pensamento e ação é ter a certeza de que tudo acabará bem no final. É a fé que impulsiona ao mesmo tempo que os sentimentos de mérito e de fazer a diferença no mundo validam ainda mais os esforços. Com a mensagem de Jesus, desde as boas-aventuranças até suas preciosas parábolas, sabemos que não estamos desamparados. Deus é o Pai bondoso e misericordioso que não esquece ninguém.


Somos então convidados a participar do universo infinito através de nosso livre arbítrio e ação. Somos luz, como bem disse o mestre, mas que é preciso também fazer brilhar-lá no alto, sem querer esconder de ninguém. Somos destinados ao progresso infinito dos séculos e a perfeição dos espíritos puros. Por isso, devemos usar com sabedoria os recursos do mundo enquanto educandário de preparação espiritual. Não estamos aqui para conquistar as riquezas passageiras, fama, poder, mas as luzes internas da virtude e do amor. É a preparação de nossa vestimenta para o casamento nupcial com o sagrado. Como todo evento de valor, devemos nos preparar.

Paulo Hayashi Jr.

Com a internalização das lições de Cristo, seja através dos exemplos, seja através de seu conhecimento, devemos avançar sobre nossas imperfeições. O charco e o deserto estão dentro de nós. Precisamos encontrar nossa fagulha divina, nosso propósito superior e realizar o trabalho santificante. Fazer caridade é a religião da alegria. De servir sem interesses mesquinhos, mas com o intuito de ajudar um irmão. Aquilo que se faz de bem para os outros realiza para si.


Paulo Hayashi Jr. - Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.



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